Buenos Aires / Sec.Cultura
Catapulta
Expo FIDAE / Chile
estandes Odebrecht/Mectron - Nammo - Konsberg
Expo Fidae 2012
gerenciamento Arq. Débora Bessa / Arq. Flavia Triulzi
Expo Fidae 2012
gerenciamento Arq. Débora Bessa / Arq. Flavia Triulzi
(design nammo/konsberg: Norwegian Promotion Group)
O trabalho é duro, mas a paisagem do pátio dos pavilhões compensa...
O Chile me surpreendeu, descobri em Santiago uma metrópole com um espaço urbano muito bem resolvido; a grande quantidade de verde que há é uma grata surpresa, já que se trata de uma zona de clima bastante seco, a culinária famosa internacionalmente faz jus à sua boa fama, as ruas são limpas e o povo amável. As torres de escritórios e apartamentos desafiam a física no terreno movimentado...esse é um dos países mais sísmicos do mundo e a gente pôde sentir isso enquanto estivemos lá. Foram 2 tremores, um no meio da madrugada do dia 23/3 e outro 2 dias depois durante a montagem..e aí tivemos que evacuar os pavilhões e rezar para que nada se caia dos estandes quase terminados. Como ficamos quase 15 dias lá, foi possível dar uma esticadinha até a região do Atacama, para testemunhar o belo encontro do deserto com o Pacifico, e visitar Valparaíso e Viña del Mar.
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Chile me ha sorprendido, descubri en Santiago una metropole de gran calidad en lo que se refiere al espacio urbano. El arbolado abundante se destaca ya que se trata de una zona de clima muy seco, la famosa culinaria se confirma como una de las más ricas, las calles son limpias y la gente muy amable. Las torres de oficinas e deptos desafian la fisica en el suelo movedizo...ese es uno de los paises más sismicos del planeta e pudimos sentirlo en la piel. Fueron 2 temblores, uno a la madrugada del 23/3 y otro 2 dias despues mientras armábamos...tuvimos que dejar los pabellones y esperar que ningun elemento se cayera de los stands que a esa altura estaban casi terminados. Como fueron casi 15 dias allá se hizo posible una escapada hasta la región del Atacama para presenciar el lindo y dramatico encuentro del desierto con el oceano Pacifico, y visitar Valparaiso y Viña del Mar.
Tarsila do Amaral
"Tarsila do Amaral - Percurso afetivo"
Centro Cultural Banco do BrasilAté 29 abr 2012
dom, ter, qua, qui, sex e sáb 09:00 até 21:00
dom, ter, qua, qui, sex e sáb 09:00 até 21:00
Estamos en Chile!!
A ARTEK cruzou novamente a cordilheira e está presente na Expo FIDAE 2012, de 27/3 a 1/4 em Santiago.
Proximos stands 2012
i Robot I shopping Alto Palermo
Toyota I Expoagro
Leistung I Congresso de Anestesia
Konsberg I Expo Fidae
Odebrecht/Mectron I Expo Fidae
Nammo I Expo Fidae
Ternium I BATIMAT
Toyota I Expoagro
Leistung I Congresso de Anestesia
Konsberg I Expo Fidae
Odebrecht/Mectron I Expo Fidae
Nammo I Expo Fidae
Ternium I BATIMAT
O Rio, por Paulo Mendes da Rocha
Paulo Mendes da Rocha inaugura sexta a maior retrospectiva da sua obra, em Vitória, sua cidade natal. Em entrevista publicada hoje no jornal O Globo, ele assume uma postura crítica em relação à situação atual da arquitetura e do urbanismo no Rio e no Brasil:
"Em entrevistas recentes, o senhor se disse “desapontado” com o urbanismo atual no Brasil. Em relação ao Rio e às novas propostas urbanísticas por conta dos Jogos Olímpicos, como a revitalização da Zona Portuária, qual a sua opinião?
"Em entrevistas recentes, o senhor se disse “desapontado” com o urbanismo atual no Brasil. Em relação ao Rio e às novas propostas urbanísticas por conta dos Jogos Olímpicos, como a revitalização da Zona Portuária, qual a sua opinião?
É sempre um elogio ao projeto original as formas de se reviver um determinado planejamento urbano. Dito isso, acho que falta atenção à vida doméstica. As revitalizações e obras não podem ser feitas para um espetáculo. Temos que ficar com um belo tesouro desse pretexto (as Olimpíadas) e não com um lixo imprevisto. O Rio tem uma tradição arquitetônica de Lucio Costa, Niemeyre, Affonso Eduardo Reidy... Não vamos agora entregar tudo de uma hora para outra como se fosse algo isolado.
Falando nessa tradição, como o senhor vê a cidade hoje em relação às novas construções e projetos?
Houve um período em branco, de fato, nos anos 1970, 80 e 90. Muita perseguição. Eu mesmo fui cassado pelo AI-5. Mas, hoje, não acho que faltem concursos. Eles são sempre discutíveis. Se há quem saiba julgar, há quem saiba fazer. O que está faltando é planejamento governamental e alianças entre público e privado. Grandes arquitetos deveriam estar sendo chamados pelo governo para fazer projetos para a cidade, como aconteceu com Lucio Costa, Niemeyer e Reidy. A questão urbanística é de caráter político. Só o governo pode promover grandes projetos. Brasília não foi iniciativa privada de ninguém, e aposto que atraiu muitos negócios privados. Não tem que ser uma disputa entre público e privado. Outra coisa importante é que precisamos nos libertar do automóvel. O automóvel é um desastre. E, se você persegue o mesmo modelo há anos, podemos dizer que estamos numa rota dos desastres. O sentido de transformação ainda é muito acanhado. Os projetos de metrô no Brasil são ridículos em relação aos de outros países. A arquitetura se reflete numa educação desde a infância. Não sei como um menino não tem aulas de urbanismo na escola. A cidade é tão importante quanto a língua."
A entevista completa está aqui: http://oglobo.globo.com/cultura/vencedor-do-premio-pritzker-em-2006-paulo-mendes-da-rocha-ganha-sua-maior-retrospectiva-6504987#ixzz2ADhjZdpF
fonte: blog POSTO 12 http://posto12.blogspot.com.br/
Zaha
Ótima "cobertura"da palestra de Zaha Hadid e Patrick Schumaker na UFRJ, no blog da Ana Luiza Nobre.
http://posto12.blogspot.com.br/
E mais:
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/drops/12.055/4312
http://posto12.blogspot.com.br/
E mais:
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/drops/12.055/4312
MMM Roberto
A magia dos irmãos Roberto na tela do cinema e ao vivo nas ruas do Rio.
http://oglobo.globo.com/rio/a-magia-dos-irmaos-roberto-na-tela-do-cinema-ao-vivo-nas-ruas-do-rio-4520984
fonte: www.oglobo.com.br
http://oglobo.globo.com/rio/a-magia-dos-irmaos-roberto-na-tela-do-cinema-ao-vivo-nas-ruas-do-rio-4520984
fonte: www.oglobo.com.br
Uruguay en el Marq
El miércoles 7 de marzo a las 18 se realizará en el Marq el cóctel de inauguración de las muestras sobre arquitectura uruguaya, que se exhibirán hasta el domingo 25. El acto incluirá conferencias con autoridades y arquitectos del Uruguay. El curador general es el arquitecto Marcelo Danza.
Habrá tres mesas redondas donde se debatirán los temas de las exposiciones. Serán los presentadores Fernando Sotelo Vitelio (Agregado Cultural de la Embajada del Uruguay en la Argentina) y Hernán Bisman (Director Marq), y moderadores, el Arq. Roberto Busnelli (SCA) y Arq. Marcelo Vila (Taller Sudamérica FADU-UBA).
A las 19.30 será la inauguración de la muestra “Arquitectura uruguaya en el Marq” y a las 20.15 una charla a cargo del ex Intendente de Montevideo, el Arq. Mariano Arana.
Las exposiciones que estarán expuestas en los distintos niveles del Marq son: 5 narrativas, 5 concursos; Nuestra arquitectura uruguaya, hoy; El racionalismo en Uruguay; Arquitectura uruguaya: miradas desde la Argentina.
Ícono renovado
Luego de un trabajo de restauración que llevó dos años, la legendaria Casa Tugendhat de Mies van der Rohe se volverá a abrir al público el 6 de marzo próximo.
Tras un trabajo de restauración que duró dos años y costó aproximadamente 9 millones de dólares, la Casa Tugendhat de Mies van der Rohe finalmente volverá a abrir al público el próximo 6 de marzo. Ubicada en la ciudad de Brno en la actual República Checa, esta obra del arquitecto alemán fue un ícono del modernismo que materializó algunas de sus ideas centrales: planta libre, cubiertas planas, envolvente vidriadas y la búsqueda de una fluidez espacial que integra el espacio interior y el exterior. En el interior hay una pared de ónix, que cambia de calor en función de la luz que incida sobre ella. Por su parte, el mobiliario interior también fue diseñado por Mies.
Tras un trabajo de restauración que duró dos años y costó aproximadamente 9 millones de dólares, la Casa Tugendhat de Mies van der Rohe finalmente volverá a abrir al público el próximo 6 de marzo. Ubicada en la ciudad de Brno en la actual República Checa, esta obra del arquitecto alemán fue un ícono del modernismo que materializó algunas de sus ideas centrales: planta libre, cubiertas planas, envolvente vidriadas y la búsqueda de una fluidez espacial que integra el espacio interior y el exterior. En el interior hay una pared de ónix, que cambia de calor en función de la luz que incida sobre ella. Por su parte, el mobiliario interior también fue diseñado por Mies.
Concebida en 1930, el edificio de tres pisos ostenta lo que seguramente es uno de los destinos más trágicos de la historia de la arquitectura mundial. La familia Tugendhat sólo vivió ocho años allí antes de huir del nazismo, que ocupó la casa y la convirtió en una sede de la Gestapo hasta el final de la Segunda Guerra Mundial. Por un tiempo fue usada como un establo por las tropas soviéticas y luego alojó una escuela de danza y un centro de rehabilitación para niños. En la década del 60 comenzaron los primeros trabajos de restauración de la casa y en 1994 abrió por primera vez al público. La casa actualmente es propiedad de la ciudad pero la familia Tugendhat está peleando por recuperarla.
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